(Dr. Cláudio
Bartelle
Dermatologista da Santa Casa de Porto Alegre)
Com incidência maior a cada ano, o câncer de pele atinge expressiva parcela da
população gaúcha. Isso acontece devido à descendência de imigrantes alemães,
italianos, poloneses e de outros povos europeus de pele clara, muito sensível à
exposição solar. Esse binômio é válido tanto para os temidos melanomas, cuja
morte em nosso meio ocorre em mais de 25% dos seus portadores, como para os outros
vários tipos de cânceres cutâneos de menor malignidade cuja cura á alta, se
detectados e tratados precocemente.
Os sinais e as pintas
escuras são as vilãs do câncer de pele por estarem associadas ao melanoma
(câncer mais lesivo à pele). A presença de pontos mais escuros nas pintas,
aumento de tamanho, presença de coceira, dor, vermelhidão, exigem imediata
avaliação dermatológica.
Não é raro diagnosticar
mais de um câncer de pele em pessoas idosas de pele clara, é porque se trata de
um tipo menos agressivo de câncer, que difcilmente produz metástases, sua forma
é típica o que permite diagnóstico fácil e de solução rápida.
Há situações em que o
câncer se apresenta como escamas que se renovam constantemente, pequenas manchas
vermelhas, verrugas ou pequenas úlceras na pele.
Para evitar o câncer de
pele, devemos observar a presença de pintas escuras, além disso, cuidados com o
bronzeamento artificial devem ser tomados: exija o controle de um profissional
experiente, preferencialmente médico. A exposição ao sol de praia, barcos ou
piscinas deve ser evitada no período das 10hs às 16hs do nosso fuso de verão.
A Santa Casa de Porto
Alegre está participando da Campanha ao Dia Nacional de Atendimento e Prevenção
do Câncer de Pele. Para fazer a avaliação é preciso ir ao Centro de Câncer (Av.
Sarmento Leite, 187) do Complexo Hospitalar Santa Casa, no dia 21 de novembro,
sexta-feira, a partir das 8hs e retirar uma senha. Serão distribuídas 500
senhas para atendimento gratuito à população. Os atendimentos vão ocorrer no
mesmo local, sábado, 22 de novembro, à partir das 9h, de acordo com a numeração
e o horário descritos na senha.
Primeiros Socorros - Continuação
Nesta outra dica, destacamos um problema que muitas das vezes nos deparamos com uma pessoa com problema de ataque cardíaco, o que devemos fazer numa situação como esta?
Muita atenção para esta informação:
O QUE É?
A parada cardíaca é uma situação de emergência, pois o coração para de bater, e desta forma o sangue não circula. Após 3 minutos de parada cardíaca, o cérebro começa a apresentar lesões irreversíveis.
CAUSAS:
FIBRILAÇÃO VENTRICULAR: o coração, ou melhor, o ventrículo esquerdo (principal câmara cardíaca) contrai em uma freqüência tão alta que o coração perde sua função, não sendo capaz da fazer o sangue circular. É o tipo mais comum de parada.
ASISTOLIA: neste caso o coração para de contrair.
A parada cardíaca pode ocorrer em diversas situações: choque elétrico, choque anafilático, afogamento, doença cardíaca, traumatismo violento, etc.
O QUE FAZER?
Acalme-se.
Verifique o pulso da vítima, para certificar-se que realmente existe uma parada cardíaca.
Chame por ajuda, se possível.
Deite a vítima sobre uma superfície plana e dura.
Coloque suas mãos sobrepostas na metade inferior do esterno (dedos abertos, não tocando na parede do tórax).
Faça pressão rápida e vigorosa para abaixar o esterno, comprimindo o coração de encontro à coluna vertebral. O esterno deve ser comprimido cerca de 4,0 cm. Descomprima a seguir.
Repita o procedimento anterior, cerca de 60 vezes por minuto. A cada 3 minutos interrompa a massagem e verifique o pulso novamente. Não havendo pulso reinicie a massagem cardíaca.
QUANDO PARAR A MASSAGEM?
Se outra pessoa treinada na realização de RCP (ressuscitamento cardio-pulmonar) chegar ao local.
Se você estiver exausto, incapaz de realizar o RCP por mais tempo.
Se o local onde você estiver não for seguro, estando você em perigo.
Se o coração da vítima voltar a bater.
OBS: Caso se verifiquem paradas respiratória e cardíaca ao mesmo tempo, o procedimento deve ser combinado:
Executar 15 manobras de massagem cardíaca e, em seguida, soprar 2 vezes a boca da vítima, usando o método boca-a-boca, quando houver apenas um socorrista.
Dica super interessante!
Importância do exame dos testículos:
Importância do exame dos
testículos:
Assim como a mulher faz o auto exame de mamas todos os meses, os
homens também devem fazer o auto exame dos testículos pelo menos uma vez por
mês, procurando por inchações, caroços e regiões dolorosas. Este câncer é mais
comum em homens jovens e o médico deve ser imediatamente procurado. Lembre-se
que quanto mais cedo se descobre o câncer, maior as chances de curá-lo !
Tumores do testículo
Os tumores do testículo são raros, mas são muito
freqüentes em jovens. Geralmente, apenas um testículo é afetado. A incidência
destes tumores tem aumentado nos últimos anos. Contudo, quando detectado
precocemente, é um dos tipos de tumor mais facilmente curável.
Os testículos são os principais órgãos sexuais
masculinos. Estão localizados por baixo do pênis, em bolsas forradas de pele
chamadas escroto.Os testículos produzem os espermatozóides e a
testosterona, que é o hormônio responsável pelas características masculinas,
tais como a barba e a voz grossa.
Fatores de Risco
Algumas características podem aumentar a
possibilidade de um indivíduo vir a ter um tumor de testículo. Caso verifique
alguma dessas características, procure seu médico:
Um ou os dois testículos não terem descido para as bolsas quando
criança;
Ter ocorrido um caso de tumor de testículo na sua família;
Apresentar atrofia de testículo devido a causa secundária;
Apresentar lesões e traumas nos testículos.
Sintomas
Alguns possíveis sintomas são:
vO achado de um nódulo no testículo, geralmente duro e indolor;
vA consistência de o testículo estar aumentada;
vAumento do volume de um dos testículos;
vDor em um dos testículos;
vAumento do volume das glândulas mamárias ou dos mamilos;
vSensação de peso nos testículos
Em sua fase inicial, um tumor nos testículos poderá
não produzir quaisquer sintomas. Por essa razão, é importante que se examine os
seus testículos regularmente para detectar alterações.
Auto-exame dos testículos
Faça este exame todos os meses. É mais fácil
examinar-se no banho devido ao relaxamento das bolsas causado pela água quente.
Ensaboando as mãos, a sensibilidade dos dedos aumenta.
Técnica:
Examine cada um dos testículos com ambas as
mãos. Os dedos indicador e médio devem ficar na parte inferior dos
testículos e o polegar, na parte superior.
Gire cada testículo entre o polegar e os dedos
médio e indicador. Um testículo normalmente pode ser um pouco maior que o outro.
Na parte de trás de ambos estão os epidídimos,
que têm a função de amadurecer e armazenar os espermatozóides. Se
estiverem endurecidos podem estar obstruídos ou inflamados.
Procure por qualquer área endurecida, nódulos ou
irregularidades na superfície do testículo. Em geral são indolores.
Se notar alguma irregularidade, consulte seu médico.
Ele fará, se necessário, outros exames para determinar o diagnóstico e os
próximos passos.
Exames
Complementares:
Ecografia: é
um exame que reproduz a imagem do testículo, sendo capaz de distinguir se
existem nódulos, se o nódulo é sólido ou se tem líquido dentro. Um nódulo com
líquido dentro não é tumor é um cisto.
Exames de sangue: alguns tumores malignos produzem substâncias, os marcadores tumorais,
que podem ser detectadas no sangue.
Tomografia Computadorizada: permite verificar se ocorreram metástases para outras
partes do corpo.
Diagnóstico Diferencial:
Torção de testículo: é uma dor súbita no escroto (saco, saco escrotal)
acompanhada de aumento de volume do mesmo. Pode estar acompanhada de sinais
locais, tais como "inchume”, aumento da temperatura e "
vermelhidão". Sintomas gerais como náuseas, vômitos e dor abdominal podem
acompanhar o quadro. Geralmente crianças e adolescentes são mais afetados. É
uma emergência cirúrgica.
Orquite: é um processo inflamatório
ou infeccioso envolvendo o testículo.
Epididimite: é a inflamação ou infecção
do epidídimo (órgão tubular localizado sobre cada testículo).
Tratamento do Tumor
de Testículo:
Cirúrgico:
o testículo afetado é removido por via inguinal para prevenir a disseminação
local do tumor. Pode-se colocar uma prótese para substituir o testículo. Também
pode ser feita a retirada dos gânglios abdominais em alguns casos.
Radioterapia ou quimioterapia: dependendo do tumor, após a cirurgia será usada uma
ou outra.
Ressecção cirúrgica dos
gânglios, se necessário.
Hoje em dia, se obtém a cura de tumores de testículo
em 95% dos casos com esses métodos.
Muitos homens receiam que com apenas um testículo não
possam ter filhos. Isso não é verdade. Um só testículo que funcione normalmente
produz espermatozóides em quantidade suficiente capaz de produzir a gravidez.
As funções masculinas normais serão mantidas,
incluindo a ereção, a ejaculação, a libido (desejo), assim como as
características sexuais secundárias.
Conheça e defenda-se desta doença infectocontagiosa
SÍNDROME DOS OVÁRIOS POLICÍSTICOS - SOP
SÍNDROME
DOS OVÁRIOS POLICÍSTICOS - SOP
Sinônimos
Ovários
policísticos, anovulação por retrocontrole impróprio, síndrome de Stein
Leventhal.
O
que é?
É uma das causas mais comuns de irregularidade menstrual e de
amenorréia secundária.
Essa síndrome foi descrita pela primeira vez em 1935, por Stein
e Leventhal, com as clássicas características de ovários policísticos:
obesidade, amenorréia, infertilidade e hirsutismo.
Incidência
Estima-se que 5 a 10% das mulheres em idade reprodutiva
apresentem esse distúrbio.
Etiologia
A causa da síndrome dos ovários policísticos ainda não está
estabelecida, sendo sua etiologia provavelmente múltipla.
Como
se faz o Diagnóstico?
Pacientes com síndrome dos ovários policísticos têm, de modo
característico, ciclos menstruais irregulares (amenorréia ou oligomenorréia).
Associado a anovulação crônica, as pacientes costumam
apresentar hirsutismo (aumento de pêlos), acne, obesidade, infertilidade.
Algumas pacientes apresentam hemorragia uterina (sangramento
vaginal aumentado e irregular).
Antes de diagnosticarmos síndrome dos ovários policísticos
precisamos descartar outras doenças que podem manifestar-se com quadro clínico
similar ao da síndrome dos ovários policísticos, tais como hiperprolactinemia
(aumento da prolactina) e alterações da glândula supra-renal.
Quadro
clínico
Pacientes com síndrome dos ovários policísticos procuram
atendimento por diferentes motivos. Podem estar preocupadas com a
irregularidade menstrual, com o excesso de pêlos, com a obesidade, com
dificuldade para engravidar ou devido à acne de difícil tratamento.
Investigação
A história clínica é muito importante para o diagnóstico.
Todas as causas de anovulação devem ser excluídas: ganho de peso excessivo, uso
de drogas, secreção mamilar e outros quadros.
No exame clínico, devem ser pesquisados sinais de
hiperandrogenismo: distribuição de pêlos, acne, distribuição de gordura
corporal, trofismo dos genitais.
Nas pacientes obesas, deve ser lembrada a associação da
síndrome dos ovários policísticos com a resistência à insulina (no futuro maior
associação com diabete mélito tipo II).
Como
se Trata?
O tratamento é dirigido à causa da anovulação. Quando for
síndrome dos ovários policísticos (sem hipotireoidismo, sem alteração de
glândula supra-renal, sem hiperprolactinemia) o tratamento é multifatorial e
depende do objetivo da paciente com o tratamento.
Todas as pacientes obesas com ovários policísticos devem
emagrecer.
O uso de indutores da ovulação, pílula anticoncepcional e
outros tratamentos para acne e excesso de pelos serão utilizados conforme cada
caso.
O seu médico, analisando o seu caso, deve estar apto a lhe
indicar o melhor tratamento.
CLAMÍDIA, GONORRÉIA, TRICOMONÍASE E HERPES GENITAL - DST NA MULHER
CLAMÍDIA, GONORRÉIA,
TRICOMONÍASE E HERPES GENITAL - DST NA MULHER
Tricomoníase
Causada por um protozoário móvel, o Trichomonas vaginalis.
É considerada uma DST (doença sexualmente transmissível). Os sintomas mais
comuns são a secreção esverdeada ou acinzentada, fluída, abundante, espumante e
com mau cheiro. O exame direto da secreção vaginal demonstra o protozoário. O
tratamento deve ser realizado com medicação em dose única e o parceiro sempre
deve ser tratado.
Clamídia
A infecção causada pela bactéria conhecida como Clamydia
trachomatis é a DST mais comum nos EUA, atingindo principalmente mulheres
jovens, solteiras e com múltiplos parceiros sexuais. A transmissão é sexual
mas, nas mulheres grávidas infectadas, pode provocar o parto prematuro e ser
transmitida durante o mesmo, causando conjuntivite ou mesmo pneumonia no recém-nascido.
Muitas vezes a infecção pela clamídia é assintomática, podendo persistir
durante vários anos. Geralmente causa uma cervicite (inflamação das células do
colo do útero), tendo como sintomas o corrimento vaginal mucopurulento e
sangramento após a relação sexual. O diagnóstico padrão é a cultura da secreção
da endocérvice ou os novos testes de captura híbrida, mas pode ser detectada no
sangue através de testes de imunofluorescência de anticorpos. Pode evoluir para
uma doença inflamatória pélvica, atingindo todo o trato genital superior.
Sempre deve ser diagnosticada e tratada, pois suas conseqüências são muito
sérias, podendo llevar à infecção crônica, à gravidez ectópica ou à
infertilidade. O tratamento recomendado é o uso de antimicrobianos sistêmicos e
inclui obrigatoriamente o encaminhamento do parceiro sexual ao médico. A
prevenção enfatiza a prática de sexo seguro, com o uso correto de
preservativos, como a única maneira de proteção efetiva para evitar o contágio.
Gonorréia
A gonorréia é uma das doenças infecciosas mais comuns em todo
o mundo. É causada por uma bactéria conhecida como gonococo, facilmente
transmitida durante as relações sexuais (sexo vaginal, anal ou oral). Atinge
todo o trato urogenital e muitas vezes pode ser assintomática. Entretanto,
principalmente nas mulheres, pode causar alguns sintomas como: secreção
vaginal, disúria (ardência para urinar) ou sangramento uterino anormal.
O número de infecções está aumentando consideravelmente nos
últimos anos, principalmente entre os jovens.
O diagnóstico pode ser feito através de cultura da secreção
endocervical ou pela constatação do gonococo pela coloração de Gram. O
tratamento é realizado com o uso de antibiótico em dose única, para o casal,
pois como a infecção simultânea pela clamídia é comum, deve ser instituído
tratamento também simultâneo para a mesma.
Herpes Genital
Causada pelo vírus Herpes simples, é uma doença sexualmente
transmissível (DST), recorrente, que se manifesta por úlceras genitais. Uma vez
a pessoa infectada pelo vírus, ele permanece latente para sempre, residindo na
raiz nervosa e só ocasionando sintomas quando reaparece.
A primeira infecção apresenta, como sintomas, manifestações
sistêmicas de uma síndrome viral, com febre e mal-estar geral. Após, aparecem
vesículas geralmente múltiplas na vulva, que se unem e formam úlceras rasas e
dolorosas. O surto é autolimitado e as lesões curam espontaneamente em torno de
14 dias. Os episódios seguintes, em geral, apresentam menor duração e sintomas
mais brandos, sendo precedidos por coceira ou queimação. Os surtos podem ser
desencadeados por alguma alteração na resposta imune como estresse, gestação,
menstruação, cansaço ou um estado imunocomprometido.
O diagnóstico geralmente é feito pela inspeção, podendo ser
realizada cultura do líquido viral nas vesículas. As complicações mais
freqüentes são a retenção urinária aguda e a encefalite herpética.
O tratamento tem como objetivo encurtar a duração dos
sintomas, prevenir as complicações e recorrências e diminuir a transmissão,
pois o vírus não pode ser completamente eliminado. Pode ser utilizada medicação
via oral ou medicação tópica para aliviar os sintomas, apesar de menos eficaz.
Como prevenção devemos orientar as mulheres no sentido de não
terem relações sexuais desde o início dos sintomas até a completa
reepitelização das úlceras, utilizando sempre preservativos para maior
proteção.
Doença que afeta homens - Presença de Sangue no esperma
HEMOSPERMIA- Sinônimo: hematospermia
HEMOSPERMIA- Sinônimo: hematospermia.
O que é? - A presença de sangue no esperma dando-lhe um aspecto achocolatado
ou mesmo avermelhado.
Como se desenvolve?- O sangue no esperma pode se originar na próstata e/ou nas vesículas
seminais, secundário a processos infecciosos, tuberculose ou câncer. Os ductos
ejaculatórios também podem ser a sede do sangramento devido a processos
inflamatórios ou cálculos. Entretanto, na maioria das vezes, a hemospermia não
tem uma explicação objetiva e nem significado clínico importante.
O que se sente?- Geralmente o que traz o paciente ao consultório é a alteração na cor
do esperma. Com o uso mais difundido dos preservativos, há maior possibilidade
do paciente checar o aspecto do seu esperma. Os pacientes com hemospermia podem
apresentar sintomas concomitantes visto que a mesma é assintomática. Ardência
uretral, dificuldade de urinar e freqüência aumentada de micções levam a pensar
que uma patologia prostática, vesical ou nas vesículas seminais possa estar por
trás do problema. Outro grupo de pacientes é completamente assintomático tendo
como única queixa a alteração na cor do esperma.
Como se faz o diagnóstico?- A história do paciente é típica. Raramente chega-se ao ponto de fazer
um exame do conteúdo do esperma. Na avaliação do paciente devemos descartar o
uso de ácido acetil-salicílico o qual altera a coagulação. Todo o paciente deve
ser examinado do ponto de vista urológico principalmente os que apresentam
sintomas paralelos. Exames de urina, urocultura com antibiograma fazem parte da
rotina diagnóstica. O exame mais importante na avaliação da hemospermia é a
ecografia transretal a qual nos dará uma visão da anatomia das vesículas
seminais, próstata e uretra prostática. Cálculos prostáticos ou de ductos
ejaculadores, obstrução dos ductos deferentes e vesículas seminais, cistos
prostáticos ou de condutos deferentes poderão aparecer como causa da
hemospermia.
Como se trata?- O tratamento pode ser conservador com interrupção da atividade
sexual por um breve período, evitar traumatismos sobre a próstata (períneo)
como andar de bicicleta, moto ou fazer hipismo. Drogas anti-inflamatórias podem
ser usadas com um efeito questionável. Inibidores do crescimento prostático têm
sido usados ultimamente com relativo sucesso como a finasteride. Quando uma
causa objetiva for encontrada deve ser tratada. Por exemplo, uma prostatite
bacteriana pode ser causa de hemospermia. Nessa situação, antibióticos devem
ser instituídos.
Como se previne? -Na maioria dos pacientes, a causa é desconhecida logo a prevenção
fica comprometida
Perguntas que você pode fazer ao
seu médico -O que causa a hemospermia? Isso pode
causar uma infecção? Um câncer? É grave? Essa doença é transmissível?
Descubra o seu estado emocional!
O que é estresse
O que é estresse
Depois do estresse, a depressão
Pouca gente sabe, mas a
maioria dos casos de depressão, que já é considerada um dos grandes males do
século 21,começa com o estresse crônico ou agudo.Esse problema, juntamente com
os distúrbios no sistema cardiovascular podem ser considerados os principais
perigos que o estresse pode provocar.
Segundo o psiquiatra
Renério Fraguas Junior,situações estressantes podem desencadear outros
problemas além da depressão, como a síndrome do pânico e o transtorno bipolar,
em que o estado do paciente oscila entre o eufórico e o depressivo.
O contrário também pode
acontecer. Da mesma forma que pessoas submetidas a estresse são mais
suscetíveis à depressão, as pessoas deprimidas têm mais propensão a se sentirem
pressionadas e a se encontrarem em situações estressantes, ou seja, a depressão
também favorece o estresse.
Fragilidades no sistema
cradiovascular também costumam ser potencializadas com a depressão. Isso quer
dizer que aqueles que já tiveram algum problema com o coração e apresentarem
depressão associada a exposição ao estresse têm cerca de três vezes mais chance
de sofrer um enfarte.
De uma atenção ao seu filho e veja o seu comportamento
Depressão na infância
Depressão na infância
O negro da depressão pode impedir uma infância colorida
O senso comum prega que
criança é feliz, ingênua e sem problemas. Pode ser que boa parte delas seja
caracterizada dessa forma, mas não generalize. Existe uma parcela de crianças
cujo perfil não se enquadra num cenário colorido típico das temáticas infantis.
São os pequenos que sofrem de depressão.
Segundo Silzá Tramontina,
psiquiatra da Infância e adolescência do Hospital de Clínicas de Porto Alegre,
“clinicamente, a depressão é um transtorno (ou síndrome), que se caracteriza
pela presença de sintomas depressivos que se manifestam quase diariamente, na
maior parte do dia, por pelo menos duas semanas”.
Apesar de ser bem mais
comum em adultos, estudos populacionais americanos mostram que cerca de 20% das
crianças e adolescentes com idade entre nove e 17 anos têm algum transtorno
mental diagnosticável. Em relação à depressão especificamente, estima-se que a
doença atinja, nos Estados Unidos, 0,9% das crianças em idade pré-escolar, 1,9%
em idade escolar e 4,7% dos adolescentes.
Dificuldade de
relacionamento em casa, na escola ou em outros ambientes sociais encabeçam a
lista de prejuízos que a depressão pode causar a crianças e adolescentes. Além
disso, a psiquiatra Silzá Tramontina enumera outros problemas: “Dificuldade de
aprendizagem, repetências escolares; problemas de comportamento, como, no caso
dos adolescentes, delinqüência e uso de drogas; falhas nos desenvolvimentos
físico e emocional”.
Texto de
Tereza melo Souza.
Um super tratamento!
Exercício para eliminar hemorróidas:
Exercício para eliminar hemorróidas:
As hemorróidas
são afloramentos ou dilatações das veias do ânus. Elas podem ser internas ou
externas. As externas se localizam sob a pelo do lado de fora da abertura anal
e as internas, sob a superfície da pele dentro do canal anal. Em qualquer um
dos casos, minha experiência demonstra que os que sofrem deste mal estão
reagindo a uma não-expressão de raiva e, particularmente, de ressentimento.
Eles estão segurando demais as coisas dentro de si. Este exercício com imagens
deve ajudar.
A Bolsa Enrugada
Feche os
olhos. Respire três vezes. Veja e sinta suas hemorróidas tornarem-se enrugadas
como uma bolsa velha, depois se encolherem e, finalmente, desaparecerem,
enquanto as paredes do ânus se tornam rosadas e lisas. Então abra os olhos.
Freqüência
A cada
hora, de 1 a 2 minutos, durante até 21 dias ou até que as hemorróidas tenham
desaparecido.
Suely M. C. Souza Pereira (em 11-05-2003)
Saiba como ter uma boa forma sem riscos
Cuidados para entrar em forma sem riscos
Cuidados para entrar em forma sem riscos
Antes de
fazer qualquer tipo de atividade física é imprescindível passar por uma
avaliação física completa. A maioria das academias conta com médicos
especializados em medicina esportiva para aplicá-los e, se você vai começar a
fazer exercícios sozinho, converse com seu médico antes.
Na avaliação física, além
de perguntas sobre o seu histórico de saúde, é pedido um teste de resistência,
feito na esteira com acompanhamento de equipamentos que medirão a sua
capacidade respiratória e cardíaca. A avaliação física costuma ser dividida em
teste de resistência e teste de força.
No caso do teste de
resistência, dependendo da idade e da condição física da pessoa, é pedido que
ela caminhe ou corra por alguns minutos na esteira com o acompanhamento de um
equipamento que mede o número de batidas do coração. No teste de força, o
avaliado usa alguns exercícios com pesos, levando-os ao máximo suportado pelo
seu corpo.
Depois dos 35 anos, o
ideal é fazer um check-up completo antes de começar a fazer qualquer exercício.
É importante saber se você tem algum problema cardiovascular ou nas
articulações, para evitar que os exercícios, ao invés de benefícios, só piorem
seu estado de saúde.
Ao fazer exercícios, é
necessário ter bom senso. Faça alongamentos e aquecimento antes de começar e,
ao final, repita a sessão de alongamento. Se começar a sentir dores em qualquer
parte do corpo, consulte um professor - se estiver na academia ou no clube - ou
um médico se estiver fazendo exercícios sozinho.
Na
dúvida, consulte um profissional ou procure orientação de um personal trainer,
pelo menos para o primeiro mês de exercícios
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